AMIB- ASSOCIAÇÃO DE MEDICINA INTENSIVA BRASILEIRA
A Resolução da Diretoria Colegiada RDC n° 7 de 07 de abril de 2010 que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva, tem como objetivo a redução de riscos aos pacientes, visitantes, aos profissionais e ao meio ambiente, incluindo o atendimento de alta qualidade ao paciente critico.
SANDRA JAQUELINE DOS SANTOS
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Intervenção e atividades propostas para o diagnóstico de enfermagem - ventilação espontânea prejudicada
Intervenção e atividades propostas para o diagnóstico de enfermagem - ventilação espontânea prejudicada
De acordo com SANTOS, Vanessa Fumaco da Rosa; FIGUEIREDO, Ana Elizabeth Prado (2010) o processo de enfermagem, inserido na coleta de dados, aponta as necessidades, intervenções e avaliação dos resultados, efetiva a atividade clínica de enfermagem, orientando o trabalho da enfermeira. O Diagnóstico de Enfermagem (DE) quando nos cuidados, permite uma comunicação única, que possibilita a compreensão e simplifica as tomadas de decisões, quanto as intervenções precisas, aprimorando a assistência prestada ao paciente.
Em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) a maioria dos pacientes críticos precisam de suporte ventilação mecânica invasiva, no entanto, esta prática não descarta a possibilidade de riscos ao paciente, caso não seja aplicado os cuidados necessários. A Ventilação Mecânica (VM) é administrado em pacientes com quadro de Insuficiência Respiratória aguda Grave (IRpA),sua utilização requer um conhecimento das repercussões sobre a mecânica pulmonar e função respiratória, assim como seus efeitos em outros orgãos.
Segundo a North American Nursing Diagnosis Association
(NANDA), o Diagnóstico de enfermagem (DE) define Ventilação Mecânica prejudicada como "reservas de energia diminuídas, resultando em incapacidade do indivíduo de manter respiração adequada para sustentação da vida".
Este estudo teve por objetivo da pesquisa esclarecer as intervenções e atividades de enfermagem inseridas na literatura para Diagnóstico de Enfermagem em ventilação espontânea prejudicada.
Segundo os autores, este estudo refere-se a metodologia de revisão integrativa da literatura, atribuído a assistência de enfermagem a pacientes em uso de ventilação mecânica, destacando as intervenções e atividades propostas para o diagnóstico de enfermagem: Ventilação mecânica prejudicada.
SANTOS, Vanessa Fumaco da Rosa; FIGUEIREDO, Ana Elizabeth Prado. Intervenção e atividades propostas para o diagnóstico de enfermagem- ventilação espontânea prejudicada.Acta Paul Enferm 2010;23(6):824-30.
Mônica Fernandes da Silva Benevides
História da Unidade de Terapia Intensiva
O conceito de Terapia Intensiva (ou Intensive Care) foi estabelecido na Guerra da Crimeia no ano de 1854 através de Florence Nightingale, que separou homens de mulheres, adultos de crianças, graves de não graves. Estabeleceu a vigilância contínua, 24 horas, dia e noite, conhecida como a "Dama da Lâmpada" já que circulava à noite com uma lamparina para avaliar clinicamente os enfermos. A lamparina tornou-se a simbologia da assistência internacional da enfermagem. A criação da primeira UTI (ICU - Intensive Care Unit ) ocorreu nos EUA em Boston através do médico neurocirurgião Walter Dandy no ano de 1927. Foram criados 3 leitos neuropediátricos pós-cirúrgicos. Neste mesmo ano surgia Philip Drinker que criou o primeiro ventilador mecânico, o "Pulmão de Aço". Hoje, estima-se que os EUA tenham 8000 Unidades e o Brasil, 3500. ( FERRARI. D, 2000). No Brasil, Ana Neri foi o símbolo da Assistência a feridos graves, heroína, chamada "Mãe do Brasileiros", adotou órfãos paraguaios, quebrou normas para Salvar Vidas. "Em nome do Bem, já fez tanto Mal", referia-se às guerras entre seres humanos.
A Unidade de Terapia Intensiva é idealizada como unidade de monitoração de paciente grave através da enfermeira Florence Nightingale.
Em 1854 inicia-se a Guerra da Crimeia na qual Reino Unido, França e Turquia declaram guerra à Rússia. Em condições precárias a taxa de mortalidade atinge 40% entre os soldados hospitalizados.
Florence e mais 38 voluntárias por ela treinadas partem para os Campos de Scutari. Incorporando-se ao atendimento a mortalidade cai para 2%. Respeitada e adorada, torna-se referência entre os combatentes e importante figura de decisão. Estabelece as diretrizes e caminho para enfermagem moderna.
Por: Helga Loisiana de Luna Freire
RESOLUÇÃO Nº 7, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010
CAPÍTULO II
DAS DISPOSIÇÕES COMUNS A TODAS AS UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA
Seção I
Organização
DAS DISPOSIÇÕES COMUNS A TODAS AS UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA
Seção I
Organização
Seção IV
Acesso a Recursos Assistenciais
Acesso a Recursos Assistenciais
Art. 18. Devem ser garantidos, por meios próprios ou terceirizados, os seguintes serviços à beira do leito:
I - assistência nutricional;
II - terapia nutricional (enteral e parenteral);
III - assistência farmacêutica;
IV - assistência fonoaudiológica;
V - assistência psicológica;
VI - assistência odontológica;
VII - assistência social;
VIII - assistência clínica vascular;
IX - assistência de terapia ocupacional para UTI Adulto e Pediátrica
X - assistência clínica cardiovascular, com especialidade pediátrica nas UTI Pediátricas e Neonatais;
XI - assistência clínica neurológica;
XII - assistência clínica ortopédica;
XIII - assistência clínica urológica;
XIV - assistência clínica gastroenterológica;
XV - assistência clínica nefrológica, incluindo hemodiálise;
XVI - assistência clínica hematológica;
XVII - assistência hemoterápica;
XVIII - assistência oftalmológica;
XIX - assistência de otorrinolaringológica;
XX - assistência clínica de infectologia;
XXI - assistência clínica ginecológica;
XXII - assistência cirúrgica geral em caso de UTI Adulto e
cirurgia pediátrica, em caso de UTI Neonatal ou UTI Pediátrica;
XXIII - serviço de laboratório clínico, incluindo microbiologia e hemogasometria;
XXIV - serviço de radiografia móvel;
XXV - serviço de ultrassonografia portátil;
XXVI - serviço de endoscopia digestiva alta e baixa;
XXVII - serviço de fibrobroncoscopia;
XXVIII - serviço de diagnóstico clínico e notificação compulsória de morte encefálica.
II - terapia nutricional (enteral e parenteral);
III - assistência farmacêutica;
IV - assistência fonoaudiológica;
V - assistência psicológica;
VI - assistência odontológica;
VII - assistência social;
VIII - assistência clínica vascular;
IX - assistência de terapia ocupacional para UTI Adulto e Pediátrica
X - assistência clínica cardiovascular, com especialidade pediátrica nas UTI Pediátricas e Neonatais;
XI - assistência clínica neurológica;
XII - assistência clínica ortopédica;
XIII - assistência clínica urológica;
XIV - assistência clínica gastroenterológica;
XV - assistência clínica nefrológica, incluindo hemodiálise;
XVI - assistência clínica hematológica;
XVII - assistência hemoterápica;
XVIII - assistência oftalmológica;
XIX - assistência de otorrinolaringológica;
XX - assistência clínica de infectologia;
XXI - assistência clínica ginecológica;
XXII - assistência cirúrgica geral em caso de UTI Adulto e
cirurgia pediátrica, em caso de UTI Neonatal ou UTI Pediátrica;
XXIII - serviço de laboratório clínico, incluindo microbiologia e hemogasometria;
XXIV - serviço de radiografia móvel;
XXV - serviço de ultrassonografia portátil;
XXVI - serviço de endoscopia digestiva alta e baixa;
XXVII - serviço de fibrobroncoscopia;
XXVIII - serviço de diagnóstico clínico e notificação compulsória de morte encefálica.
Por: Helga Loisiana de Luna Freire
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
HUMANIZAÇÃO DA ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA
A humanidade na Unidade de Terapia Intensiva (UTI ) significa cuidar do paciente como um todo, englobando o contexto familiar e social. Esta prática deve incorporar os valores, esperanças, aspectos culturais e as preocupações de cada um.
NUNES, Wiviane Chaves
Referencias: Associação de Medicina Intensiva Brasileira- AMIB. Humanizar a UTI.
<http://www.amib.com.br/home htm>
Por: Josineide Melo
terça-feira, 21 de fevereiro de 2017
SOBRE O CUIDADO DE ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA
Uma assistência ao paciente que esta mais debilitado, pelo seu estado precisa de mais atenção, e um olhar diferente, para que seu tratamento seja menos dolorido proporcionado conforto para o paciente .
http://www.reme.org.br/artigo/detalhes/321
SILVA, SANCHES, CARVALHO
Referencia: REME Revista mineira de enfermagem v.20, 2016
Noemia Vanessa Leodino Melo
O SIGNIFICADO CULTURAL DO CUIDADO HUMANIZADO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: MUITO FALADO E POUCO VIVIDO.
A rotina diária
e complexa que envolve o ambiente da Unidade de Terapia Intensiva
(UTI) faz com que os membros da equipe de enfermagem, na maioria
das vezes, esqueçam de tocar, conversar e ouvir o ser humano que
está a sua frente.
O seguinte artigo mostra o significado da humanização na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
http://www.scielo.br/pdf/rlae/v10n2/10506
Laryssa Silva de Andrade
O seguinte artigo mostra o significado da humanização na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
http://www.scielo.br/pdf/rlae/v10n2/10506
Laryssa Silva de Andrade
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017
O Enfermeiro de Unidade de Tratamento Intensivo: Refletindo sobre seu Papel
O estudo a seguir discorre sobre o papel do enfermeiro intensivista, ressaltando suas atribuições e competências, assegurando sempre sua prática diária nos preceitos éticos e bioéticos da profissão.
Segue link: http://www.unifafibe.com.br/revistasonline/arquivos/revistafafibeonline/sumario/10/19042010093459.pdf
VARGAS, D.; BRAGA, A. L.
Naiara Gonçalves de Oliveira
Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica em Unidade de Terapia Intensiva Cirúrgica
Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica
em Unidade de Terapia Intensiva Cirúrgica*
o objetivo desse artigo visa reduzir o tempo de entubação do paciente critico,com o intuito de diminuir a incidência de pneumonia associada a ventilação mecânica (PAV).
site:http://www.scielo.br/pdf/rbti/v18n1/a08v18n1
juliana maria santos de lima
o objetivo desse artigo visa reduzir o tempo de entubação do paciente critico,com o intuito de diminuir a incidência de pneumonia associada a ventilação mecânica (PAV).
site:http://www.scielo.br/pdf/rbti/v18n1/a08v18n1
juliana maria santos de lima
PERCEPÇÃO DO CUIDADO CENTRADO NA FAMÍLIA EM UNIDADE NEONATAL
Percepção do Cuidado Centrado na Família em Unidade Neonatal
Esse artigo tem como finalidade de compreender a percepção do recém-nascido hospitalizado em unidade neonatal em relação ao cuidado prestado pela equipe de saúde, no que desrespeita entre a teoria e a pratica.
Referencia:
BALBINO, Flavia Simphronio et al. Percepção do cuidado centrado na família em unidade neonatal. Revista de Enfermagem da UFSM, v. 6, n. 1, p. 84-92, 2016.
Site: www.periodicos.ufsm.br
Antonia Fernanda M. de Figueredo
HUMANIZAÇÃO DO CUIDADO DA UTI NEONATAL
www.revista.ufg.br
Humanização do Cuidado da UTI Neonatal
A UTI Neonatal(UTIN) ela tem algumas características semelhantes a do ambiente uterino em que o RN fica durante a gestação, é um ambiente propicio para seu tratamento.
É um ambiente nervoso e impessoal para aqueles que não estam adaptados a esse ambiente hospitalar. É um ambiente que exige um cuidado com o RN que esta internados, e seus familiares que iram visitá-los.
Para os pais é um lugar de medo mais também de esperança no tratamento dos seus filhos.
REICHERT,A.P.S.;LINS,R.N.P.;COLLET,N.
WIVIANE KELLY VIEGAS DE MELO
Humanização do Cuidado da UTI Neonatal
A UTI Neonatal(UTIN) ela tem algumas características semelhantes a do ambiente uterino em que o RN fica durante a gestação, é um ambiente propicio para seu tratamento.
É um ambiente nervoso e impessoal para aqueles que não estam adaptados a esse ambiente hospitalar. É um ambiente que exige um cuidado com o RN que esta internados, e seus familiares que iram visitá-los.
Para os pais é um lugar de medo mais também de esperança no tratamento dos seus filhos.
REICHERT,A.P.S.;LINS,R.N.P.;COLLET,N.
WIVIANE KELLY VIEGAS DE MELO
domingo, 19 de fevereiro de 2017
Protocolos de segurança do paciente
A Segurança do Paciente é um componente essencial da qualidade do cuidado, e tem adquirido, em todo o mundo, importância cada vez maior para os pacientes e suas famílias, para os gestores e profissionais de saúde no sentido de oferecer uma assistência segura.
Os incidentes associados ao cuidado de saúde, e em particular os eventos adversos (incidentes com danos ao paciente), representam uma elevada morbidade e mortalidade em todos os sistemas de saúde.
A Portaria GM/MS nº 1.377, de 9 de julho de 2013 e a Portaria nº 2.095, de 24 de setembro de 2013 aprovam os protocolos básicos de segurança do paciente, que se resumem em seis ações imprescindíveis para manter-se as boas práticas do cuidado.
Fonte:https://giosunb.wikispaces.com/Seguran%C3%A7a+do+Paciente
http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/sas/dahu/seguranca-do-paciente
Mayara Nogueira Pergentino
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Análise microbiológica de superfícies inanimadas de uma Unidade de
Terapia Intensiva e a segurança do paciente
Pensando
na importância do ambiente hospitalar no contexto das infeções hospitalares, o
Ministério da Saúde do Brasil, em 2010, elaborou um manual com recomendações de
limpeza e desinfeção de superfícies, visando a segurança do paciente e a
garantia por parte das instituições de oferecer aos utentes um local limpo e um
ambiente com menor carga de contaminação possível, contribuindo para a redução
da possibilidade de transmissão de infeções oriundas de fontes inanimadas.
Implementar uma cultura de segurança do cuidado em saúde tornou-se um dos
pilares do movimento de segurança do paciente. Segurança do paciente é a
ausência de danos evitáveis a um paciente durante o processo de cuidados à
saúde. As estimativas apontam que um em cada 10 pacientes é prejudicado ao
receber assistência hospitalar. A segurança do paciente em qualquer ambiente
seja este hospitalar ou ambulatorial é de suma importância e o estudo
supracitado discute a relevância deste item em pacientes internados nas UTI's
(Unidades de Terapia Intensiva). Os profissionais de saúde colaboram, em sua
grande maioria, higienizando corretamente as mãos, por exemplo, para a
segurança do paciente. No entanto o estudo discorre sobre a contaminação dos
equipamentos que servem de suporte para a recuperação do paciente na UTI. É
imprescindível as boas práticas nesse setor, por outro lado sabemos que
principalmente em hospitais da rede pública de saúde faltam leitos nas
enfermarias e UTI's agravando a situação dos pacientes não sendo possível
proporcionar o cuidado individualizado e apropriado para cada paciente (SALES
et al., 2014).
SALES et al., V.M. Análise microbiológica de superfícies inanimadas de uma Unidade de Terapia Intensiva e a segurança do paciente: Revista de Enfermagem Referência – IV, - n. 3, p. 45-53, 2014.
A segurança do paciente em qualquer ambiente
seja este hospitalar ou ambulatorial é de suma importância e o estudo
supracitado discute a relevância deste item em pacientes internados nas UTI's
(Unidades de Terapia Intensiva). Os profissionais de saúde colaboram, em sua
grande maioria, higienizando corretamente as mãos, por exemplo, para a
segurança do paciente. No entanto o estudo discorre sobre a contaminação dos
equipamentos que servem de suporte para a recuperação do paciente na UTI como o
respirador mecânico, a bombas de Infusão, o monitor cardíaco, as grades da
cama, o estetoscópio diafragma, o armário de cabeceira, as maçanetas internas
da porta de saída da unidade e a mesa de evolução clínica (face superior da
mesa) que foram os itens onde a coleta microbiológica foi realizada e através
desta, encontraram-se bactérias multirresistentes. É imprescindível as boas
práticas nesse setor mas, por outro lado, sabemos que principalmente em
hospitais da rede pública de saúde faltam leitos nas enfermarias e UTI's
agravando a situação dos pacientes, não sendo possível proporcionar o cuidado
individualizado e apropriado para cada indivíduo.
Segurança dos trabalhadores de enfermagem e fatores determinantes para adesão aos equipamentos de proteção individual
Na leitura do artigo, a prática do uso dos equipamentos de proteção individual é avaliada, os profissionais são concientes da necessidade do uso do mesmo, mas por falta dos EPI na unidade hospital acabam por se expor ao risco de contaminação.
Rev. Latino-Am. Enfermagem mar-abr 2011;
Fabiana Silva
Rev. Latino-Am. Enfermagem mar-abr 2011;
Fabiana Silva
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
ROTINAS EM PÓS-OPERATÓRIO DE NEUROCIRURGIA
Rotina em
pós-operatório de Neurocirurgia
Admissão na UTI
- Todos os pacientes submetidos a craniotomia eletiva devem permanecer em unidade de terapia intensiva por período não inferior há 12 horas.
- Pacientes com tumor de base de crânio infratentoriais e/ ou com edema cerebral extenso necessitam de terapia intensiva por 24 a 48 horas.
- Casos de TCE com contusão hemorrágica extensa, hematoma extradural, pneumoencefalo, e fístula liquorica devem permanecer em terapia intensiva independente do escore de Glasgow.
- Pacientes com Glasgow abaixo de 9
Exame Inicial
- Avaliar pupilas
- Escore de Glasgow
- Nível consciência
- Realizar exame clinico a cada 30 minutos nas primeiras 4 horas.
- Nas 20 horas seguintes examinar de 1 em 1 hora.
Monitorização
- PIC
- Medir em todos pacientes com Glasgow menor que 9
- Tomografia de crânio com sinais de contusão hemorrágica moderada a grave, ou edema cerebral
- O cateter de PIC devera ser mantido por período de 7 a 10 dias ( ideal 5 dias) ou até vinte e quatro horas depois da normalização da pressão intracraniana.
- Glicemia
- De 4 em 4 horas
- Evitar hiperglicemia ou hipoglicemia
- PVC
- Pacientes com media ou elevada gravidade
- Cateter de Swan-Ganz
- Nos TCE e Hemorragia subaracnoide graves
- Oximetria, ECG continuo e PAM
- Em todos os pacientes
Objetivos Terapêuticos
- Manter Pressão de Perfusão Cerebral ( PPC ) > 65mmhg
- Manter PAM de 90 a 110 mmhg. Nos paciente com HSA e aneurisma já clipado manter entre 120 a 140 mmhg
- Manter PVC de 6 a 10 mmH2
Cuidados Gerais
- Posição da cabeça
- Elevada 30 graus
- Posição neutra
- Evitar compressão do sistema venoso ( cuidados com fixação do tubo e colar cervical ).
- Hidratação
- Não usar soro glicosado 5% ( água livre ). Utilizar sempre soro fisiológico 0,9%
- Evitar hipovolemia
- Reposição media de 3000 ml ao dia
- Nos casos de hemorragia subaracnoidea pode-se usar albumina para reposição caso se deseje terapia com hipervolemia
- Manter hematocrito em torno de 30
- Medidas gerais
- Repouso no leito
- Sedação leve com diazepan 5 a 10 mg VO de 8/8 ou 12/12 horas
- Monitorização continua da saturação de oxigênio
- Administração de oxigênio a 100% por 3 horas, durante os períodos de dor prolongada ou na presença de queda da saturação de O2
- Acesso venoso
- Monitorização eletrocardiográfica continua
- Pesquisar condições que aumentem o consumo de oxigênio : febre, infecções, tireotoxicose, anemia, arritmias outras patologias concomitantes.
- Diagnostico diferencial : IAM, dissecção aortica aguda, tamponamento cardíaco, pneumotórax, tromboembolismo pulmonar.
End.
Eletronico:
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA6jQAA/rotina-pos-operatorio-neurocirurgia
A humanização no ambiente da UTI neonatal é de grande importância para a qualidade da
assistência ao recém-nascido. As duas situações, humanização e qualidade da assistência, se
correlacionam e se completam, pois é difícil se falar em assistência com qualidade se a
humanização não estiver presente. O termo humanização, no Brasil, passou a fazer parte do
vocabulário da saúde, segundo Souza e Ferreira (2010), a partir da década de noventa,
inicialmente como um conjunto que apontava o caráter impessoal e desumanizado da assistência
a saúde, vindo mais tarde se transformar em propostas que visam modificar as práticas
assistenciais.
SOUSA, K.; FERREIRA, S. Assistência humanizada em UTI neonatal: os sentidos e
limitações identificadas pelos profissionais de saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v.15, n. 2,
p.471-480, 2010.
Na UTI Neonatal, a assistência requer muita atenção e conhecimentos em todos os precedimentos a ser realizados nos recens nascidos por estarem muitos frágeis todo cuidado é essencial na assistência que deverá ser de forma humanizada.
Niedja Cibele dos Santos Agra
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
O link abaixo aborta a Resolução – RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002.; Que Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento,
programação, elaboração e avaliação de projetos físicos
de estabelecimentos assistenciais de saúde.
http://www.anvisa.gov.br/anvisalegis/resol/2002/50_02rdc.pdf
Camylla Sibelle
http://www.anvisa.gov.br/anvisalegis/resol/2002/50_02rdc.pdf
Camylla Sibelle
SEGURANÇA DO PACIENTE EM TERAPIA INTENSIVA: ANÁLISE DO PSICOLÓGICO DO PACIENTE E EQUIPE MÉDICA
Em leitura ao texto pude verificar que na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é varado por ocasiões agregadas, trazendo stress, que influenciam de forma direta no emocional de pacientes e equipe médica. Mesmo esse cenário sendo composto por pessoas qualificadas ao amparo clinico e emocional de internos. Sabendo-se que o exercício diário ao cuidado à saúde humana também tem seu valor inquestionável (COLLIÉRE, 2003; AYRES, 2005).
Conclui que a realidade que se é vivenciada diariamente na UTI, auxilia nos diagnósticos, visando a criação de estratégias e prevenindo erros e implantando intervenções visando a qualidade na assistência.
Opinião retirada do Link:
http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/13888/1/2013_VaniaHilarioTavares.pdf
Guilherme Escorel
P10 Noite
Conclui que a realidade que se é vivenciada diariamente na UTI, auxilia nos diagnósticos, visando a criação de estratégias e prevenindo erros e implantando intervenções visando a qualidade na assistência.
Opinião retirada do Link:
http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/13888/1/2013_VaniaHilarioTavares.pdf
Guilherme Escorel
P10 Noite
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
PORTARIA Nº 355, DE 10 DE MARÇO DE 2014
Segue link da Portaria que publica a proposta de Projeto de Resolução "Boas
Práticas para Organização e Funcionamento dos
Serviços de Terapia Intensiva Adulto, Pediátrica e
Neonatal'' http://www.saude.ba.gov.br/portalcib/images/arquivos/Portarias/2014/03_marco/PT_GM_N_355_10.03.2014.pdf
Carla Samara.
domingo, 5 de fevereiro de 2017
https://eccguidelines.heart.org/wp-content/uploads/2015/10/2015-AHA-Guidelines-Highlights-Portuguese.pdf
Segue o link do GUIDELINES 2015 / CPR DA AHA
Segue o link do GUIDELINES 2015 / CPR DA AHA
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