segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

                            AMIB- ASSOCIAÇÃO DE MEDICINA INTENSIVA BRASILEIRA



       A  Resolução da Diretoria Colegiada RDC n° 7 de 07 de abril de 2010 que dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva, tem como objetivo a redução de riscos aos pacientes, visitantes, aos profissionais e ao meio ambiente, incluindo o atendimento de alta qualidade ao paciente critico.






SANDRA JAQUELINE DOS SANTOS
     

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Intervenção e atividades propostas para o diagnóstico de enfermagem - ventilação espontânea prejudicada

Intervenção e atividades propostas para o diagnóstico de enfermagem - ventilação espontânea prejudicada

     De acordo com SANTOS, Vanessa Fumaco da Rosa; FIGUEIREDO, Ana Elizabeth Prado (2010) o processo de enfermagem, inserido na coleta de dados, aponta as necessidades, intervenções e avaliação dos resultados, efetiva a atividade clínica de enfermagem, orientando o trabalho da enfermeira. O Diagnóstico de Enfermagem (DE) quando  nos cuidados, permite uma comunicação única, que possibilita a compreensão e simplifica as tomadas de decisões, quanto as intervenções precisas, aprimorando a assistência prestada ao paciente. 
      Em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) a maioria dos pacientes críticos precisam de suporte ventilação mecânica invasiva, no entanto, esta prática não  descarta a possibilidade de riscos ao paciente, caso não seja aplicado os cuidados necessários. A Ventilação Mecânica (VM) é administrado em pacientes com quadro de Insuficiência Respiratória aguda Grave (IRpA),sua utilização requer um conhecimento das repercussões sobre a mecânica pulmonar e função respiratória, assim como seus efeitos em outros orgãos. 
      
   Segundo a  North American Nursing Diagnosis Association (NANDA), o Diagnóstico de enfermagem (DE) define Ventilação Mecânica prejudicada como "reservas de energia diminuídas, resultando em incapacidade do indivíduo de manter respiração adequada para sustentação da vida".

     Este estudo teve por objetivo da pesquisa esclarecer as intervenções e atividades de enfermagem inseridas na literatura para Diagnóstico de Enfermagem em ventilação espontânea prejudicada.
     
      Segundo os autores, este estudo refere-se a  metodologia de revisão integrativa da literatura, atribuído a assistência de enfermagem a pacientes em uso de ventilação mecânica, destacando as intervenções e atividades propostas para o diagnóstico de enfermagem: Ventilação mecânica prejudicada.


 SANTOS, Vanessa Fumaco da Rosa; FIGUEIREDO, Ana Elizabeth Prado. Intervenção e atividades propostas para o diagnóstico de enfermagem- ventilação espontânea prejudicada.Acta Paul Enferm 2010;23(6):824-30.


  
                                     

Mônica Fernandes da Silva Benevides

História da Unidade de Terapia Intensiva


 conceito de Terapia Intensiva (ou Intensive Care) foi estabelecido na Guerra da Crimeia no ano de 1854 através de Florence Nightingale, que separou homens de mulheres, adultos de crianças, graves de não graves. Estabeleceu a vigilância contínua, 24 horas, dia e noite, conhecida como a "Dama da Lâmpada" já que circulava à noite com uma lamparina para avaliar clinicamente os enfermos. A lamparina tornou-se a simbologia da assistência internacional da enfermagem. A criação da primeira UTI (ICU - Intensive Care Unit ) ocorreu nos EUA em Boston através do médico neurocirurgião Walter Dandy no ano de 1927. Foram criados 3 leitos neuropediátricos pós-cirúrgicos. Neste mesmo ano surgia Philip Drinker que criou o primeiro ventilador mecânico, o "Pulmão de Aço". Hoje, estima-se que os EUA tenham 8000 Unidades e o Brasil, 3500. ( FERRARI. D, 2000). No Brasil, Ana Neri foi o símbolo da Assistência a feridos graves, heroína, chamada "Mãe do Brasileiros", adotou órfãos paraguaios, quebrou normas para Salvar Vidas. "Em nome do Bem, já fez tanto Mal", referia-se às guerras entre seres humanos.


A Unidade de Terapia Intensiva é idealizada como unidade de monitoração de paciente grave através da enfermeira Florence Nightingale.
Em 1854 inicia-se a Guerra da Crimeia na qual Reino UnidoFrança e Turquia declaram guerra à Rússia. Em condições precárias a taxa de mortalidade atinge 40% entre os soldados hospitalizados.
Florence e mais 38 voluntárias por ela treinadas partem para os Campos de Scutari. Incorporando-se ao atendimento a mortalidade cai para 2%. Respeitada e adorada, torna-se referência entre os combatentes e importante figura de decisão. Estabelece as diretrizes e caminho para enfermagem moderna.


Por: Helga Loisiana de Luna Freire

RESOLUÇÃO Nº 7, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2010


CAPÍTULO II
DAS DISPOSIÇÕES COMUNS A TODAS AS UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA
Seção I
Organização



Seção IV
Acesso a Recursos Assistenciais
Art. 18. Devem ser garantidos, por meios próprios ou terceirizados, os seguintes serviços à beira do leito:
I - assistência nutricional;
II - terapia nutricional (enteral e parenteral);
III - assistência farmacêutica;
IV - assistência fonoaudiológica;
V - assistência psicológica;
VI - assistência odontológica;
VII - assistência social;
VIII - assistência clínica vascular;
IX - assistência de terapia ocupacional para UTI Adulto e Pediátrica
X - assistência clínica cardiovascular, com especialidade pediátrica nas UTI Pediátricas e Neonatais;
XI - assistência clínica neurológica;
XII - assistência clínica ortopédica;
XIII - assistência clínica urológica;
XIV - assistência clínica gastroenterológica;
XV - assistência clínica nefrológica, incluindo hemodiálise;
XVI - assistência clínica hematológica;
XVII - assistência hemoterápica;
XVIII - assistência oftalmológica;
XIX - assistência de otorrinolaringológica;
XX - assistência clínica de infectologia;
XXI - assistência clínica ginecológica;
XXII - assistência cirúrgica geral em caso de UTI Adulto e
cirurgia pediátrica, em caso de UTI Neonatal ou UTI Pediátrica;
XXIII - serviço de laboratório clínico, incluindo microbiologia e hemogasometria;
XXIV - serviço de radiografia móvel;
XXV - serviço de ultrassonografia portátil;
XXVI - serviço de endoscopia digestiva alta e baixa;
XXVII - serviço de fibrobroncoscopia;
XXVIII - serviço de diagnóstico clínico e notificação compulsória de morte encefálica.


Por: Helga Loisiana de Luna Freire


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

HUMANIZAÇÃO DA ENFERMAGEM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

A humanidade na Unidade de Terapia Intensiva (UTI ) significa cuidar do paciente como um todo, englobando o contexto familiar e social. Esta prática deve incorporar os valores, esperanças, aspectos culturais e as preocupações de cada um.

NUNES, Wiviane Chaves


Referencias: Associação de Medicina Intensiva Brasileira- AMIB. Humanizar a UTI.

<http://www.amib.com.br/home htm>

Por: Josineide Melo

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

SOBRE O CUIDADO DE ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA

Uma assistência ao paciente que esta mais debilitado, pelo seu estado precisa de mais atenção, e um olhar diferente, para que seu tratamento seja menos dolorido proporcionado conforto para o paciente .


http://www.reme.org.br/artigo/detalhes/321

SILVA, SANCHES, CARVALHO
 
Referencia: REME Revista mineira de enfermagem  v.20, 2016
  

Noemia Vanessa Leodino Melo

O SIGNIFICADO CULTURAL DO CUIDADO HUMANIZADO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: MUITO FALADO E POUCO VIVIDO.

 A rotina diária e complexa que envolve o ambiente da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) faz com que os membros da equipe de enfermagem, na maioria das vezes, esqueçam de tocar, conversar e ouvir o ser humano que está a sua frente.

O seguinte artigo mostra o significado da humanização na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

http://www.scielo.br/pdf/rlae/v10n2/10506


Laryssa Silva de Andrade

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017


O Enfermeiro de Unidade de Tratamento Intensivo: Refletindo sobre seu Papel


O estudo a seguir discorre sobre o papel do enfermeiro intensivista, ressaltando suas atribuições e competências, assegurando sempre sua prática diária nos preceitos éticos e bioéticos da profissão.
Segue link: http://www.unifafibe.com.br/revistasonline/arquivos/revistafafibeonline/sumario/10/19042010093459.pdf

VARGAS, D.; BRAGA, A. L.

Naiara Gonçalves de Oliveira


Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica em Unidade de Terapia Intensiva Cirúrgica

Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica em Unidade de Terapia Intensiva Cirúrgica*

o objetivo desse artigo visa reduzir o tempo de entubação do paciente critico,com o intuito de diminuir a incidência de pneumonia associada a ventilação mecânica (PAV).


site:http://www.scielo.br/pdf/rbti/v18n1/a08v18n1

juliana maria santos de lima

PERCEPÇÃO DO CUIDADO CENTRADO NA FAMÍLIA EM UNIDADE NEONATAL



Percepção do Cuidado Centrado na Família em Unidade Neonatal

Esse artigo tem como finalidade de compreender a percepção do recém-nascido hospitalizado em unidade neonatal em relação ao cuidado prestado pela equipe de saúde, no que desrespeita entre a teoria e a pratica.


Referencia: 
BALBINO, Flavia Simphronio et al. Percepção do cuidado centrado na família em unidade neonatal. Revista de Enfermagem da UFSM, v. 6, n. 1, p. 84-92, 2016.

 Site: www.periodicos.ufsm.br


Antonia Fernanda M. de Figueredo

HUMANIZAÇÃO DO CUIDADO DA UTI NEONATAL

www.revista.ufg.br

Humanização do Cuidado da UTI Neonatal


A UTI Neonatal(UTIN) ela tem algumas características semelhantes a do ambiente uterino em que o RN fica durante a gestação, é um ambiente propicio para seu tratamento.
É um ambiente nervoso e impessoal para aqueles que não estam adaptados a esse ambiente hospitalar. É um ambiente que exige um cuidado com o RN que esta internados, e seus familiares que iram visitá-los.
Para os pais é um lugar de medo mais também de esperança no tratamento dos seus filhos.


REICHERT,A.P.S.;LINS,R.N.P.;COLLET,N.


WIVIANE KELLY VIEGAS DE MELO

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Protocolos de segurança do paciente

A Segurança do Paciente é um componente essencial da qualidade do cuidado, e tem adquirido, em todo o mundo, importância cada vez maior para os pacientes e suas famílias, para os gestores e profissionais de saúde no sentido de oferecer uma assistência segura.
Os incidentes associados ao cuidado de saúde, e em particular os eventos adversos (incidentes com danos ao paciente), representam uma elevada morbidade e mortalidade em todos os sistemas de saúde.
Portaria GM/MS nº 1.377, de 9 de julho de 2013 e a Portaria nº 2.095, de 24 de setembro de 2013 aprovam os protocolos básicos de segurança do paciente, que se resumem em seis ações imprescindíveis para manter-se as boas práticas do cuidado.

                                                                               
          Fonte:https://giosunb.wikispaces.com/Seguran%C3%A7a+do+Paciente
          http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/sas/dahu/seguranca-do-paciente

Mayara Nogueira Pergentino

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Análise microbiológica de superfícies inanimadas de uma Unidade de Terapia Intensiva e a segurança do paciente

Pensando na importância do ambiente hospitalar no contexto das infeções hospitalares, o Ministério da Saúde do Brasil, em 2010, elaborou um manual com recomendações de limpeza e desinfeção de superfícies, visando a segurança do paciente e a garantia por parte das instituições de oferecer aos utentes um local limpo e um ambiente com menor carga de contaminação possível, contribuindo para a redução da possibilidade de transmissão de infeções oriundas de fontes inanimadas. Implementar uma cultura de segurança do cuidado em saúde tornou-se um dos pilares do movimento de segurança do paciente. Segurança do paciente é a ausência de danos evitáveis a um paciente durante o processo de cuidados à saúde. As estimativas apontam que um em cada 10 pacientes é prejudicado ao receber assistência hospitalar. A segurança do paciente em qualquer ambiente seja este hospitalar ou ambulatorial é de suma importância e o estudo supracitado discute a relevância deste item em pacientes internados nas UTI's (Unidades de Terapia Intensiva). Os profissionais de saúde colaboram, em sua grande maioria, higienizando corretamente as mãos, por exemplo, para a segurança do paciente. No entanto o estudo discorre sobre a contaminação dos equipamentos que servem de suporte para a recuperação do paciente na UTI. É imprescindível as boas práticas nesse setor, por outro lado sabemos que principalmente em hospitais da rede pública de saúde faltam leitos nas enfermarias e UTI's agravando a situação dos pacientes não sendo possível proporcionar o cuidado individualizado e apropriado para cada paciente (SALES et al., 2014).

SALES et al., V.M. Análise microbiológica de superfícies inanimadas de uma Unidade de Terapia Intensiva e a segurança do paciente: Revista de Enfermagem Referência – IV, - n.  3, p. 45-53, 2014.


A segurança do paciente em qualquer ambiente seja este hospitalar ou ambulatorial é de suma importância e o estudo supracitado discute a relevância deste item em pacientes internados nas UTI's (Unidades de Terapia Intensiva). Os profissionais de saúde colaboram, em sua grande maioria, higienizando corretamente as mãos, por exemplo, para a segurança do paciente. No entanto o estudo discorre sobre a contaminação dos equipamentos que servem de suporte para a recuperação do paciente na UTI como o respirador mecânico, a bombas de Infusão, o monitor cardíaco, as grades da cama, o estetoscópio diafragma, o armário de cabeceira, as maçanetas internas da porta de saída da unidade e a mesa de evolução clínica (face superior da mesa) que foram os itens onde a coleta microbiológica foi realizada e através desta, encontraram-se bactérias multirresistentes. É imprescindível as boas práticas nesse setor mas, por outro lado, sabemos que principalmente em hospitais da rede pública de saúde faltam leitos nas enfermarias e UTI's agravando a situação dos pacientes, não sendo possível proporcionar o cuidado individualizado e apropriado para cada indivíduo.

Segurança dos trabalhadores de enfermagem e fatores determinantes para adesão aos equipamentos de proteção individual

Na leitura do artigo, a prática do uso dos equipamentos de proteção individual é avaliada, os profissionais são concientes da necessidade do uso do mesmo,  mas  por falta dos EPI  na unidade hospital acabam por se expor ao risco de contaminação.

Rev. Latino-Am. Enfermagem mar-abr 2011;


Fabiana Silva

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

ROTINAS EM PÓS-OPERATÓRIO DE NEUROCIRURGIA

                                        Rotina em pós-operatório de Neurocirurgia


Admissão na UTI
  1. Todos os pacientes submetidos a craniotomia eletiva devem permanecer em unidade de terapia intensiva por período não inferior há 12 horas.
  2. Pacientes com tumor de base de crânio infratentoriais e/ ou com edema cerebral extenso necessitam de terapia intensiva por 24 a 48 horas.
  3. Casos de TCE com contusão hemorrágica extensa, hematoma extradural, pneumoencefalo, e fístula liquorica devem permanecer em terapia intensiva independente do escore de Glasgow.
  4. Pacientes com Glasgow abaixo de 9
Exame Inicial
  1. Avaliar pupilas
  2. Escore de Glasgow
  3. Nível consciência
  • Realizar exame clinico a cada 30 minutos nas primeiras 4 horas.
  • Nas 20 horas seguintes examinar de 1 em 1 hora.
Monitorização
  1. PIC
  • Medir em todos pacientes com Glasgow menor que 9
  • Tomografia de crânio com sinais de contusão hemorrágica moderada a grave, ou edema cerebral
  • O cateter de PIC devera ser mantido por período de 7 a 10 dias ( ideal 5 dias) ou até vinte e quatro horas depois da normalização da pressão intracraniana.
  1. Glicemia
  • De 4 em 4 horas
  • Evitar hiperglicemia ou hipoglicemia
  1. PVC
  • Pacientes com media ou elevada gravidade
  1. Cateter de Swan-Ganz
  • Nos TCE e Hemorragia subaracnoide graves
  1. Oximetria, ECG continuo e PAM
  • Em todos os pacientes
Objetivos Terapêuticos
  • Manter Pressão de Perfusão Cerebral ( PPC ) > 65mmhg
  • Manter PAM de 90 a 110 mmhg. Nos paciente com HSA e aneurisma já clipado manter entre 120 a 140 mmhg
  • Manter PVC de 6 a 10 mmH2
Cuidados Gerais
  1. Posição da cabeça
  • Elevada 30 graus
  • Posição neutra
  • Evitar compressão do sistema venoso ( cuidados com fixação do tubo e colar cervical ).
  1. Hidratação
  • Não usar soro glicosado 5% ( água livre ). Utilizar sempre soro fisiológico 0,9%
  • Evitar hipovolemia
  • Reposição media de 3000 ml ao dia
  • Nos casos de hemorragia subaracnoidea pode-se usar albumina para reposição caso se deseje terapia com hipervolemia
  • Manter hematocrito em torno de 30
  1. Medidas gerais
  • Repouso no leito
  • Sedação leve com diazepan 5 a 10 mg VO de 8/8 ou 12/12 horas
  • Monitorização continua da saturação de oxigênio
  • Administração de oxigênio a 100% por 3 horas, durante os períodos de dor prolongada ou na presença de queda da saturação de O2
  • Acesso venoso
  • Monitorização eletrocardiográfica continua
  • Pesquisar condições que aumentem o consumo de oxigênio : febre, infecções, tireotoxicose, anemia, arritmias outras patologias concomitantes.
  • Diagnostico diferencial : IAM, dissecção aortica aguda, tamponamento cardíaco, pneumotórax, tromboembolismo pulmonar.
















End. Eletronico: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAA6jQAA/rotina-pos-operatorio-neurocirurgia
A humanização no ambiente da UTI neonatal é de grande importância para a qualidade da assistência ao recém-nascido. As duas situações, humanização e qualidade da assistência, se correlacionam e se completam, pois é difícil se falar em assistência com qualidade se a humanização não estiver presente. O termo humanização, no Brasil, passou a fazer parte do vocabulário da saúde, segundo Souza e Ferreira (2010), a partir da década de noventa, inicialmente como um conjunto que apontava o caráter impessoal e desumanizado da assistência a saúde, vindo mais tarde se transformar em propostas que visam modificar as práticas assistenciais.

SOUSA, K.; FERREIRA, S. Assistência humanizada em UTI neonatal: os sentidos e limitações identificadas pelos profissionais de saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v.15, n. 2, p.471-480, 2010. 

Na UTI Neonatal, a assistência requer muita atenção e conhecimentos em todos os precedimentos a ser realizados nos recens nascidos por estarem muitos frágeis todo cuidado é essencial na assistência que deverá ser de forma humanizada.


Niedja Cibele dos Santos Agra

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

O link abaixo aborta  a  Resolução – RDC nº 50, de 21 de fevereiro de 2002.; Que Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde.
http://www.anvisa.gov.br/anvisalegis/resol/2002/50_02rdc.pdf

Camylla Sibelle

SEGURANÇA DO PACIENTE EM TERAPIA INTENSIVA: ANÁLISE DO PSICOLÓGICO DO PACIENTE E EQUIPE MÉDICA

Em leitura ao texto pude verificar que na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é varado por ocasiões agregadas, trazendo stress, que influenciam de forma direta no emocional de pacientes e equipe médica. Mesmo esse cenário sendo composto por pessoas qualificadas ao amparo clinico e emocional de internos. Sabendo-se que o exercício diário ao cuidado à saúde humana também tem seu valor inquestionável  (COLLIÉRE, 2003; AYRES, 2005).
Conclui que a realidade que se é vivenciada diariamente na UTI, auxilia nos diagnósticos, visando a criação  de estratégias e prevenindo erros e implantando intervenções visando a qualidade na assistência.





Opinião retirada do Link:

http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/13888/1/2013_VaniaHilarioTavares.pdf


Guilherme Escorel
P10 Noite

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

PORTARIA Nº 355, DE 10 DE MARÇO DE 2014

Segue link da Portaria que publica a proposta de Projeto de Resolução "Boas Práticas para Organização e Funcionamento dos Serviços de Terapia Intensiva Adulto, Pediátrica e Neonatal'' http://www.saude.ba.gov.br/portalcib/images/arquivos/Portarias/2014/03_marco/PT_GM_N_355_10.03.2014.pdf


Carla Samara.

sábado, 11 de fevereiro de 2017

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                                TÓPICOS INTEGRADORES II


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