quinta-feira, 30 de março de 2017

Importância da Gasometria Arterial na Enfermagem

Aluno: Guilherme de Azevedo Escorel Jr
P10
NOITE
ENFERMAGEM


Importância da Gasometria Arterial na Enfermagem

No ambiente de terapia intensiva, a gasometria arterial é um exame de grande relevância aos procedimentos da equipe multiprofissional no que tange a manutenção do equilíbrio ácido-base. Tendo a mecânica do sistema respiratório um papel peculiar na homeostase das pressões gasosas no sangue, o enfermeiro intensivista precisa conhecer o processo da respiração associando às alterações presentes nas estruturas pulmonares, a fim de que possa analisar, avaliar e concluir de forma segura, a intervenção propícia para cada caso, onde a gasometria arterial é essencial para o resultado satisfatório.
Determinados procedimentos terapêuticos ou de suporte vital, como a ventilação mecânica e o uso intensivo de diuréticos, podem produzir alterações do equilíbrio ácido-base.
Gasometria:
É o exame que coleta uma pequena amostra de sangue para realizar medidas diretas da concentração dos íons hidrogênio (pH), pressão de oxigênio (PO2) e da pressão dióxido de carbono (PaCO2) no sangue. Em termos simples, na acidose o pH está sempre baixo (o pH normal é de 7,35 – 7,45) e, na alcalose, o pH está sempre alto.
COMO ANALISAR UMA GASOMETRIA 
Primeiro olhe para a PaCO2. Determine se ela está normal ou se o paciente está hipoxemico. PaO2 é essencialmente independente das outras variáveis. Depois veja o pH. Estabeleça sua acidose, sua alcalose ou sua normalidade. Se normal, verifique se o problema é relativo a PaCO2 ou ao bicarbonato. Algumas vezes gera confusão saber qual é o problema e qual é o efeito compensatório. Na verdade, isso é muito fácil. Aquele que correlaciona com pH (i.e, acidose, bicarbonato baixo) tem que ser a causa; o outro é, portanto, a compensação. 
Referências:
ULTRA, Brito Rogério. Fisioterapia Intensiva. 2ª edição, editora Guanabara-Koogan, Rio de Janeiro, Rj, 2009.

GASOMETRIA ARTERIAL

Por: CARLOS ALBERTO A. VIEGAS

http://www.jornaldepneumologia.com.br/PDF/Suple_138_45_1212%20Gasometria%20arterial.pdf



Aluna: Laryssa Andrade - 03010849

Ventilação Mecânica



http://revista.hupe.uerj.br/detalhe_artigo.asp?id=423


O acesso às vias aéreas para a ventilação mecânica invasiva pode ser obtido por intubação orotraqueal, intubação nasotraqueal, cricotireotomia, ou traqueostomia. Máscara laríngea e combitubo são dispositivos que podem ser utilizados em pacientes com acesso difícil às vias aéreas ("não ventilo não intubo"). A ventilação mecânica é um recurso da assistência médica voltada aos pacientes que apresentam comprometimento da troca gasosa pulmonar, seja ela causada por doença estrutural pulmonar, seja por condições que resultam em hipoventilação alveolar. Existem atualmente muitas opções de métodos ventilatórios, mas três deles são os mais frequentemente utilizados: ventilação com volume controlado (VCV), ventilação com pressão controlada (PVC) e ventilação com suporte pressórico (PSV). A VCV caracteriza-se por garantir volume corrente, porém gera pressões médias de vias aéreas mais elevadas, devido a pico de pressão inicial; a PCV não gera pico de pressão, cursando com menores pressões médias, mas não garante volume corrente. Tanto VCV quanto PCV permitem ventilação assistida ou controlada. A PSV exige estímulo inspiratório inicial do paciente, só funcionando, portanto, em ventilação assistida e também não garante volume corrente. Para a maioria dos pacientes VCV e PCV podem ser utilizados no início da assistência ventilatória, não havendo demonstração de superioridade de um sobre o outro, respeitadas as suas limitações. A pressão positiva expiratória final (PEEP) e a pressão positiva contínua em via aérea (CPAP) promovem aumento da capacidade residual funcional, o que resulta em melhora da oxigenação sanguínea e redução do esforço inspiratório. Ambas, PEEP e CPAP, promovem esses benefícios através da abertura de alvéolos previamente colabados ou apenas parcialmente abertos, e redistribuindo líquido eventualmente presente nos alvéolos. A estratégia de interrupção diária da sedação ajuda a reduzir os tempos de ventilação mecânica e de permanência na unidade intensiva. Os pacientes em ventilação mecânica prolongada requerem processo gradativo de interrupção da ventilação mecânica.



Laryssa Andrade - 03010849

CONHECIMENTO DO ENFERMEIRO DE UTI SOBRE GASOMETRIA ARTERIAL

A gasometria arterial (GA) ou análise de gases no sangue arterial é um exame realizado rotineiramente em pacientes submetidos à anestesia ou internados na UTI onde é feita a avaliação do distúrbio do equilíbrio ácido-base da oxigenação pulmonar do sangue arterial e da ventilação alveolar, A GA tem como objetivo revelar valores de pH sanguíneo da pressão parcial de gás carbono  (PaCo2) e oxigênio (PaO2) íon bicarbonato (HCO3) e saturação da oxi-hemoglobina dentre outros. O resultado da gasometria é utilizado para avaliação de doenças respiratorias e de outras condições que afetam os pulmões a coleta e a analise de gasometria são intervenções do enfermeiro e do medico a pacientes criticos contribuindo para uma evolução positiva no quadro clinico desses pacientes.
                                                                                                                                                                       Revista de Enfermagem UFPE on line.Recife 7(1);713,mar.2013                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                         Autora;Luciana Ramalho Rolim                                                                                                                                                                                                                                                                                   Referencia;Salomé GM Diagnostico de Enfermagem dos pacientes em Unidade Terapia intensiva.Saúde Coletiva[intrnet]. 2011 [cidet 2012 Feb 9;8 (47);24-28  Available from;                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               http;//redalcy.uaemex/redalcy/pdf/842/84217101006.pdf                                                                                                                                                                                                                                             Por; Josineide Melo Matricula; 03010854                                                                                                                                                                            

RESOLUÇÃO COFEN Nº 390/2011

Bom dia, turma!

Todo mundo na loucura do TCC?! Sim ou claro?! 😕😕😕

Passando para postar a Resolução nº 390/2011 do COFEN, que normatiza a execução, pelo enfermeiro, da punção arterial tanto para fins de gasometria como para monitorização de pressão arterial invasiva. Segue:


RESOLUÇÃO COFEN Nº 390/2011


Normatiza a execução, pelo enfermeiro, da punção arterial tanto para fins de gasometria como para monitorização de pressão arterial invasiva


O Conselho Federal de Enfermagem – COFEN, no uso das atribuições que lhe são conferidas pel Lei nº 5.905, de 12 de julho de 1973, e pelo Regimento da Autarquia, aprovado pela Resolução Cofen nº 242, de 31 de agosto de 2000,


CONSIDERANDO o Artigo 11, inciso I, alínea “m”, da Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, segundo o qual o Enfermeiro exerce todas as atividades de Enfermagem, cabendo-lhe, privativamente, a execução de cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas;


CONSIDERANDO a punção arterial para fins de gasometria e monitorização de pressão arterial invasiva como um procedimento complexo, que demanda competência técnica e científica em sua execução;


CONSIDERANDO a Resolução Cofen nº 358, de 15 de outubro de 2009, que dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado
profissional de Enfermagem; e


CONSIDERANDO tudo mais que consta nos autos do PAD/Cofen nº 124/2011 e a deliberação do Plenário em sua 407ª Reunião Ordinária.


RESOLVE:


Art. 1º No âmbito da equipe de Enfermagem, a punção arterial tanto para fins de gasometria como para monitorização da pressão arterial invasiva é um procedimento privativo do Enfermeiro, observadas as disposições legais da profissão.


Parágrafo único O Enfermeiro deverá estra dotado dos conhecimentos, competências e habilidades que garantam rigor técnico-científico ao procedimento, atentando para a capacitação contínua necessária à sua realização.


Art. 2º O procedimento a que se refere o artigo anterior deve ser executado no contexto do Processo de Enfermagem, atendendo-se as determinações da Resolução Cofen nº 358/2009.


Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.


Brasília, 18 de outubro de 2011.


JULITA CORREIA FEITOSA
Presidente em Exercício
GELSON L. DE ALBUQUERQUE
Primeiro-Secretário


Publicada no DOU nº 202, de 20 de outubro de 2011, pág. 146 – Seção 1




Acadêmica: Rossana Cardoso de Araújo.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Ventilação Mecânica-Cuidados de Enfermagem

A ventilação mecânica é essencial, é um processo que substitui a totalidade ou parte da ação dos músculos respiratórios, bem como o controle neural da respiração.Existe dois tipos básicos de ciclos respiratórios que podem ser definidos. No primeiro o ventilador controla toda a fase inspiratória, substitui o esforço muscular respiratório,e controle neural do paciente. No segundo tipo o ventilador só ajuda os músculos inspiratórios que estão ativos e é como um ciclo de assistido ou ciclo espontâneo é usado aqui apenas para respiração fisiológica. A atuação da enfermagem na ventilação mecânica é intensa, extensa e complexa, na tentativa de se propor um eixo norteador da pratica de enfermagem na ventilação mecânica.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                      Fonte: xlungo.net                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                 Por: Josineide Melo    Matricula: 03010854

terça-feira, 28 de março de 2017

Ventilação Mecânica

A ventilação mecânica é um suporte dado ao paciente que está com o ciclo respiratório comprometido, em caso de ressuscitação cardiopulmonar, e de anestesia geral, por meio de um aparelho mecânico que por sua vez tem que ser colocado pelo médico.  Pode ser colocado pela boca e introduzido na traqueia e é conectado a um aparelho que insufla ou suga o ar do interior dos pulmões, podendo também ser feita por traqueostomia com uma incisão  no pescoço.

A ventilação mecânica pode trazer algumas complicações  potencias como pneumotórax, lesões nas vias aéreas, dano alveolar e pneu nomia, debito cardíaco e toxidade do oxigênio.


http://www.abc.med.br/p/exames-e-procedimentos/802484/quando+a+ventilacao+mecanica+e+necessaria+como+ela+e+quais+sao+as+possiveis+complicacoes.htm


domingo, 26 de março de 2017

Ventilação Mecânica

        A realidade dos pacientes que necessitam de ventilação mecânica prolongada: um estudo multicêntrico.

autores do artigo:
 Sérgio Henrique Loss, Roselaine Pinheiro de Oliveira, Juçara Gasparetto Maccari2, Augusto Savi, Marcio Manozzo Boniatti1, Márcio Pereira Hetzel, Daniele Munaretto Dallegrave, Patrícia de Campos Balzano, Eubrando Silvestre Oliveira, Jorge Amilton Höher, André Peretti Torelly,
Cassiano Teixeira.

    Este texto relata a necessidade do paciente , do tempo prolongado e custo da ventilação mecânica; na sua grande maioria é conseguido reverter o quadro do paciente .
  Artigo pesquisado na biblioteca virtual.

Fabiana Silva

sexta-feira, 24 de março de 2017

Caracterização dos pacientes em uso de drogas vasoativails internados em unidade de terapia intensiva



         Segundo MELO, Elizabeth Mesquita et al, (2016) a inserção de  agentes vasoativos  na terapêutica de  renovar  a oferta de oxigênio e de nutrientes aos tecidos, estabilizando essa oferta para as demandas metabólicas. É importante ter a experiência no que se refere as propriedades farmacológicas dessas drogas por parte da equipe de enfermagem, em destaque  pelo enfermeiro, pois este é o profissional competente  pela coordenação da equipe, possuindo responsabilidade associada às complicações em pacientes críticos, exigem um conhecimento rigoroso por quem irá executa-las, uma vez que qualquer erro poderá ocorrer complicações irreparáveis ao paciente ao invés da correção da hemodinâmica. Enumeras falhas são passíveis de ocorrência devido a precisão de maior aprofundamento no que se refere  às indicações, ações, efeitos na manipulação dessas drogas. Na atividade assistencial de enfermagem em UTI, onde a administração de medicamentos é uma das atribuições de maior relevância. Erros acontecem, mas nem sempre são apontados  pela equipe de enfermagem. As drogas vasoativas ocupam um lugar fundamental no arsenal terapêutico de pacientes em UTI e o conhecimento efetivo de seus mecanismos de ação, dosagens e uso adequado é fundamental para sua utilização correta..

          De acordo com os a autores,trata-se de uma pesquisa descritiva, retrospectivo, abordagem quantitativa, com 85 pacientes internados na UTI de um hospital municipal, em Fortaleza-Ceará.. 
  
MELO, Elizabeth Mesquita   et al. Caracterização dos pacientes em uso de drogasvasoativas internados em unidade de terapia  intensiva.  res.: fundam. care. online, julho/set 2016.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Competência profissional do enfermeiro para atuar em Unidades de Terapia Intensiva: uma revisão integrativa

 

 

Competência profissional do enfermeiro para atuar em Unidades de Terapia Intensiva: uma revisão integrativa


Camelo SHH. Competência profissional do enfermeiro para atuar em Unidades de Terapia Intensiva: uma revisão integrativa. Rev. Latino-Am. Enfermagem [Internet]. jan.-fev. 2012 [acesso em: 22/03/2017];20(1):[09 telas].

Disponível em:


Aluna : Missleny Vieira Pacheco Vieira