Segundo BARBOSA e CARDOSO (2014) a permanência do recém-nascido em unidade de Terapia Intensiva requer habilidade e atenção por parte do enfermeiro. As disfunções respiratória, tem sido relevante as admissões na UTI neonatal e um dos fatores de risco mais agravantes . É fundamental o monitoramento da oxigenoterapia para realização de exames de sangue e coleta de gasometria arterial. A capacidade de avaliar a gasometria e associar as condições físicas do neonato é importante na prática de enfermagem, e para a redução de distúrbios respiratórios. Destaca-se que se trata de um procedimento doloroso, que pode levar a complicações nos parâmetros fisiológicos de neonato e interferir no seu estado neurológico. Assim sendo, a gasometria trata-se de um exame invasivo que dispõe de valores que permite avaliar os gases sanguíneos como equilíbrio ácido-base, os quais são solicitados pelo médico. Por outro lado, é fundamental o cuidado do enfermeiro, o qual deverá ficar atento a obstáculos que contribua para alterações na gasometria do recém-nascido, como exemplo tubo orotraqueal mal posicionado,mal funcionamento do ventilador mecânico, presença de rolha de secreção no tubo orotraqueal (TOT). É importante salientar, a escolha certa para a punção da coleta sangue arterial, visto que, se tratando de um procedimento doloroso, o procedimento poderá ser realizado nos músculos, tendões e gorduras, os quais são mais insensíveis a dor....
Fonte:
Acta paul. enferm. vol.27 no.4 São Paulo Aug. 2014
http://dx.doi.org/10.1590/1982-0194201400061
Aluna: Mônica Fernandes S. Benevides
Matrícula: 03018606
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